Mural de Recados
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Você é viciado em internet?
Profissionais do Centro de Reabilitação ReSTART, de Seattle, listaram 11 sintomas característicos de quem fica tempo demais em frente à tela do computador. Se você se identificar com 5 ou mais (!!!), já pode se considerar um viciado. Veja só:
1- Passo cada vez mais tempo na internet
2- Não consigo controlar a necessidade de estar online
3- Sinto-me eufórico quando estou na internet
4- Fico ansioso para passar mais tempo online e intranquilo quando não estou
5- Estou mais desatento em relação aos amigos e à família
6- Minto quando perguntam quanto tempo dedico à internet
7- A internet interfere em meu rendimento no trabalho e/ou estudo
8- Sinto-me culpado ou envergonhado pelo tempo que passo na rede
9- Meus hábitos de sono estão alterados
10- Meu peso está alterado, tenho dores na coluna, na cabeça ou tendinite
11- Não tenho interesse por outras atividades
terça-feira, 20 de outubro de 2009
SE LIVRE DA ACNE
O que você vai precisar?
* um liquidificador;
* um pote;
* uma xícara de arroz;
* 500 ml de leite;
Como proceder?
Deixe o arroz de molho no leite por 05 (cinco) horas dentro da geladeira. Após esse tempo, bata a mistura em um liquidificador. Uma mistura condensada vai se formar.
Utilize-a para esfregar com as mãos no rosto, algumas vezes ao dia.
Dica 02
Ingredientes:
* 02 limões;
* 02 limas;
Como proceder?
Esprema os limões um uma tijela. Lembre-se que você só precisará de uma fruta por dia, ou seja, as limas são para o dia seguinte que você utilizou os limões.
Durante a noite, esfregue o suco do limão no rosto ou na área com os cravos e deixe amanhecer. Ao acordar, a primeira coisa a se fazer é lavar bem o rosto.
Faça o mesmo procedimento com a lima. Se quiser misturar os dois, não tem problema.
Dica 03
Ingrediente:
* 01 batata crua;
Como proceder?
Essa dica é muito simples. Esprema a batata e em seguida esfregue-a na área com os cravos. Deixe agir por aproximadamente 15 (quize) minutos e retire.
Dica 04
Ingredientes:
* Água;
* Folhas de feno-grego;
Como proceder?
Forme uma pasta com a mistura de água com algumas folhas de feno-grego. Para isso você pode espremê-las, esfregá-las entre as mãos ou até mesmo batê-las em um liquidificador juntamente com a água.
Aplique como uma máscara e deixe agir por 15 (quinze) minutos. Depois retire a mistura e lave bem o rosto. Repita o processo todas as noites.
Dica 05
O que você vai precisar?
* Folhas de coentro;
* Açafrão;
* Água-de-rosas;
Como proceder?
Misture as folhas de coentro, o açafrão e a água-de-rosas, formando uma máscara. Aplique esse mistura na região com cravos e deixe agir por 15 (quinze) minutos. Depois retire com água fria.
Dica 06
Ingredientes:
* Farinha de aveia;
* Água-de-rosas;
Como proceder?
Misture a farinha de aveia com a água-de-rosas para produzir uma máscara. Utilize nas áreas afetadas por aproximadamente 15 (quize) minutos. Retire a mistura também com uma água fria.
Dica 07
Ingredientes:
* Bicarbonato de Sódio;
* Mel;
* Água quente;
* Água fria;
Como proceder?
Misture partes iguais de água fria e bicarbonato de sódio e esfregue na região com cravos. Logo após, limpe a mistura com água quente.
Imediatamente pegue o mel e aplique na região que foi tratada anteriormente. Deixe agir por 15 minutos e retire-o.
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Entendeu né? Agora faz tudo certinho e pára de ‘demorar muito no banho‘ se é que você me entende! ;) que você larga dessa vida de Chokito pra sempre!
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Conheça as dez alergias mais estranhas do mundo!
10. Alergia ao filho recém-nascido
De acordo com a Associação Americana de Obstetras e Ginecologistas dos Estados Unidos, a penfigóide gestacional é um problema de pele caracterizado por bolhas no abdome e, em alguns casos, em outras regiões do corpo da mãe. As mães podem desenvolver esta condição durante o segundo ou terceiro trimestre de gravidez e depois do parto. Em casos mais raros, a criança pode também nascer com a alergia.
Joanne Mackie, de 28 anos, desenvolveu doloridas bolhas e uma estranha alergia logo após dar à luz a seu filho James. A mãe sentia tanta dor causada pelas alergias que não conseguia nem segurar o filho e tinha que cobrir os braços para pegá-lo. Depois de alguns meses, a alergia passou, mas Joanne ficou com cicatrizes escuras nos locais onde tinha bolhas.
9. Alergia a água
Conhecida como urticária aquagênica, a alergia à água afeta apenas uma pessoa em cada 23 milhões. A maior parte dos alérgicos à água ficam confinados em suas casas, não podendo entrar em contato com o líquido, pois são sensíveis aos íons encontrados na água não destilada, e têm que tomar cuidado até para beber água.
A estudante Ashleigh Morris é uma das poucas pessoas que têm a estranha condição. Até mesmo suar causa dor extrema à garota de 19 anos. Quando Morris entra em contato com a água, sua pele fica com eritemas avermelhados, que levam duas horas para passar. O maior contato que ela tem com a água é durante o banho, e ainda assim, em pequenas “sessões” de um minuto para se lavar, já que isso é uma atividade extremamente dolorida para a jovem.
8. Alergia a sexo
Pesquisadores descobriram que algumas mulheres são alérgicas ao sêmen do parceiro, condição chamada de alergia ao plasma seminal humano. Em casos raros, a resposta à alergia pode até levar à morte. Para resolver os problemas causados pela estranha alergia, a mulher tem que ter o apoio do parceiro: médicos aplicam amostras diluídas do sêmen do parceiro na vagina da mulher a cada vinte minutos, aumentando gradativamente a concentração de sêmen por várias horas. A melhor parte do curioso tratamento é o casal ter que fazer sexo de duas a três vezes por semana.
7. Alergia a madeira
O que você faria se desistisse do seu emprego estável e com um bom salário para trabalhar como carpinteiro e descobrisse que é alérgico a madeira? Pois foi isso que aconteceu com Dan Hill, que, por muita sorte, descobriu um tipo de madeira a que não era alérgico, e pôde continuar para seguir com seu sonho de trabalhar como carpinteiro com seu irmão.
As alergias à madeira variam de pessoas que têm alergia apenas a algumas árvores, mas algumas pessoas têm alergias a todo tipo de madeira, além de não poder tocar em papel ou até mesmo pegar em um lápis. As pessoas com esse tipo de alergia sofrem com problemas de pele semelhantes a queimaduras, além de tosse e espirros.
6. Alergia a exercícios físicos
Eu acho que tenho este problema, pois toda vez que faço exercícios fico muito cansado. Brincadeira! Pode até parecer uma desculpa esfarrapada, mas algumas pessoas realmente têm alergias a exerícios. Cerca de mil pessoas no mundo inteiro têm essa condição, e podem sofrer choques anáfilaticos se fizerem atividades físicas mais pesadas.
Geralmente a alergia é desencadeada quando a pessoa come algum tipo de alimento específico antes do exercício ou até quando toma algum medicamento que possa causar alergias. A alergia pode causar um edema de glote, levando a dificuldade de respirar, engasgos, náusea a vômito.
5. Alergia a comer maçãs embaixo de uma bétula
Várias pessoas têm alergias a uma comida específica, mas a garotinha Grace Morley tem uma alergia extremamente bizarra: ela não é alérgica a maçãs nem às árvores chamadas bétulas, mas se ela comer uma maçã embaixo de um pé desta árvore ou próxima a uma, ela entra em choque anafilático, e pode morrer em poucos minutos.
4. Alergia ao sol
Não é tão incomum as pessoas terem uma sensibilidade ao sol, mas um tipo específico, chamado de urticária solar, é extremamente raro e perigoso. A pessoa que tem a alergia fica com erupções na pele ao ser exposta a radiações ultravioleta, ou até mesmo à luz. Além disso, a alergia é tão forte que pode atingir a partes cobertas do corpo.
3. Alergia à vida moderna
Para quase todas as pessoas, é bastante comum falar ao celular, usar o microondas ou dirigir um carro. Mas qualquer uma dessas tarefas é quase impossível para Debbie Bird, que é alérgica à tecnologia moderna, uma eletrossensível. Ela é tão sensível ao campo eletromagnético criado por computadores, microondas e outros aparelhos que tem erupções cutâneas fortes e inchado das pálpebras se ela chegar perto de algum desses objetos.
Na Inglatera, onde Debbie vive, os médicos acreditam que as alergias têm uma ligação mais forte com uma saúde pouco resistente e os sintomas são atribuídos a característica psicossomáticas. Mas várias pessoas discordam, e afirmam que aproximadamente 500 pessoas têm o problema em todo o mundo.
2. Alergia a beijos
Esta alergia não significa que a pessoa tenha alguma sensibilidade à boca ou à língua de outra pessoa, e geralmente vem acompanhada de outra alergia a alimentos ou medicamentos. Geralmente o que acontece é que, ao beijar alguém, a pessoa entra em contato com possíveis resquícios de alguma comida ou medicamento ao qual é alérgico.
Em 2003, o estudante Jamiw Stewart teve um choque anafilático em um baile ao beijar a sua colega Liza Macfarquharn. Ele tinha alergia a nozes, e sua parceiro tinha acabado de comer exatamente isso!
1. Alergia a roupas íntimas
Pessoas com esse tipo de alergia desenvolvem erupções, têm coceira e até mesmo bolhas. A alergia é causada pelos tecidos utilizados para fazer as roupas íntimas, e pode atingir mulheres e homens. O melhor modo de evitar a alergia é usar calcinhas e cuecas de boa qualidade, com agentes bactericidas e hipoalergênicas. Algumas pessoas acreditam que a cantora Britney Spears sofra desta doença.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Consultora de novela diz que psicopata é incurável e esquizofrênico tem cura
Segundo psiquiatra, 4% da população são psicopatas.
A maldade e a frieza da psicopata Ivone (Letícia Sabatella), personagem da novela Caminho das Índias, habita entre nós, na vida real. A cada 25 pessoas, uma é perversa, desprovida de culpa e capaz de passar por cima de qualquer ser humano para satisfazer os próprios interesses. Os psicopatas são 4% da população. E não há cura para eles.
Quem afirma isso é a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, que é consultora da novela e ajudou a construir a personagem Ivone. A autora Glória Perez se inspirou em um livro da médica, “Mentes Perigosas – o psicopata mora ao lado”, que já vendeu mais de 120 mil exemplares.
Para Ana Beatriz, o grande desafio da novela é fazer a distinção entre o psicopata (Ivone) e o psicótico (Tarso, representado por Bruno Gagliasso), também chamado de esquizofrênico.
Segundo a médica, a diferença principal é que o primeiro tem um déficit no campo das emoções, é incapaz de sentir amor ou compaixão e é indiferente em relação ao próximo; já o esquizofrênico, é o oposto: ele tem afeto em excesso, é extremamente sensível e, “de tanto sentir e não se expressar, ele enlouquece”. E para a loucura, há tratamento.
“O psicopata não enlouquece nunca, pois ele não tem afeto. Ele não é capaz de se botar no lugar do outro e tentar sentir a dor que ele provocou. Mas o problema dele não é cognitivo, a razão funciona bem e ele tem a capacidade plena de distinguir o que é certo e o que é errado. Ele tem certeza que está infringindo a lei, mas não se importa com isso e até calcula os danos para saber o custo-benefício da ação”, explica a psiquiatra.
Tratamento da esquizofrenia
A psiquiatra acredita que a principal mensagem da novela é que a esquizofrenia tem cura e precisa ser tratada com rapidez. Após o primeiro surto, 80% dos pacientes se curam; no segundo surto, são 50% os que se curam; e após três surtos, 30% dos pacientes são curados.
“Quando surge o primeiro surto, as pessoas levam muito tempo para procurar ajuda e negam a doença. A grande mensagem da novela é essa: busquem ajuda”, disse.
Ela afirmou ainda que o tratamento, em qualquer caso, tem que ser feito até o fim da vida.
Psicopatas nascem psicopatas
De acordo com a consultora de Caminho das Índias, o psicopata já nasce com uma predisposição genética à manifestação desse tipo de comportamento de indiferença afetiva : “O sistema emocional do psicopata vem desconectado e não conecta novamente. Não tem cura até o momento”.
Mas a psiquiatra afirmou que essa manifestação pode ser aumentada ou diminuída:
“Se você tem uma sociedade que tolera desrespeito, preconceito, tiranias, injustiças, violências, isso acaba fomentando que psicopatas que manifestem mais. Se tem uma sociedade de tolerância zero, a tendência é reduzir essa manifestação. Uma pessoa não vira psicopata. Ela vai manifestando ao longo da vida”.
A impunidade alimenta a psicopatia
Segundo Ana Beatriz, os países mais capitalistas tendem a revelar maior número de psicopatas. Para ela, a recente crise econômica que abateu o sistema foi uma “crise de valores psicopáticos”. Assim como os desvios de verbas e corrupções que afligem o Brasil e a impunidade diante de tais escândalos.
“Desvio de merenda escolar, por exemplo, isso atinge milhares de pessoas, são crianças que ficam sem estudar. Superfaturamento ou desvio de verba de medicamentos, todas são atitudes francamente psicopaticas”, exemplifica, argumentando que os responsáveis por tais ações sabem que milhares de pessoas serão prejudicadas, ou seja, usam a razão e atuam sem qualquer sentimento.
A médica lembra que esses casos não entram em fichas policias, mas são tão graves quanto um assassinato: “As pessoas associam psicopatia com assassinato, mas a maioria dos psicopatas não mata”.
Níveis de psicopatas
Ana Beatriz afirmou que há três níveis de psicopatas: o leve, que aplica os famosos golpes 171 (estelionato ou fraude) e atinge uma pessoa; o moderado, que aplica o mesmo golpe, porém em uma esfera social mais alta (como o superfaturamento na compra de remédios para o sistema de saúde pública) e acaba lesando milhares de pessoas; e o grave, que seria o serial killer, o assassino para quem não basta matar, tem que haver atos de crueldade. Esse último tipo, porém, é raro.
Dos 4% de psicopatas da população, 1% é grave e 3% são leves e moderados. A personagem Ivone, por exemplo, é uma psicopata de nível médio, pois ela sempre lesa uma só pessoa, nunca um grande sistema, e não é capaz de matar.
Segundo a médica, o grande tratamento para os psicopatas “é a postura que temos com essa pessoa”. A grande arma da sociedade, segundo a médica, é não tolerar a impunidade.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Substância contra o mau hálito feita de... café?
Os cientistas descobriram que o extrato de café tem o efeito de matar as bactérias que causam a halitose.
Efeito desidratante do café
"Todo o mundo acha que o café causa mau hálito," diz o médico e pesquisador Mel Rosenberg, "e isto frequentemente é verdade porque o café, que tem um efeito desidratante na boca, torna-se potente quando misturado com leite, podendo fermentar em substâncias com odores ruins."
Mas não é sempre assim. "Contrariamente às nossas expectativas, nós descobrimos alguns componentes no café que de fato inibem o mau hálito," diz Rosenberg.
Café contra o mau hálito
A equipe do Dr. Rosenberg descobriu uma substância, isolada de um extrato de café, que pode na verdade inibir o crescimento das bactérias que causam o mau hálito. Os testes em laboratório mostraram que a substância impede o crescimento das bactérias e a liberação de odores.
Os cientistas estavam estudando a influência de diversos tipos de café no surgimento e na intensidade da halitose, analisando seu comportamento em amostras de saliva. Mas, para sua surpresa, os extratos de café tiveram o efeito oposto, inibindo o crescimento das bactérias.
"A lição que aprendemos aqui foi a da humildade," diz Rosenberg. "Nós esperávamos que o café fosse causar mau hálito, mas há algo nessa bebida mágica que tem o efeito oposto."
Benefícios antibacterianos do café
Agora os pesquisadores querem isolar as moléculas inibidoras das bactérias a fim de tirar proveito de todos os benefícios antibacterianos do café. "Não iremos usar o extrato bruto, mas o material ativo contido nele," diz Rosenberg.
A descoberta poderá se tornar a base de uma classe inteiramente nova de enxaguantes bucais e balas e gomas contra o mau hálito. O princípio ativo antibacteriano do café poderá ser incluído em uma bala ou outro produto e impedir que as bactérias se formem, em fez de mascarar seus efeitos com um cheiro de menta, como fazem os produtos atuais.
PB confirma 3 casos e monitora 16 cidades
Por: BARTOLOMEU HONORATO
A Paraíba registrou três casos confirmados de contaminação de gripe suína sem os pacientes terem viajado ao exterior ou entrado em contato com pacientes que trouxeram o Influenza A de outros Estados brasileiros. A afirmação de que o H1N1 está circulando na capital e interior paraibano foi da Secretaria de Estado da Saúde (SES). O governo suspeita que a doença já esteja presente em 16 cidades paraibanas. Até agora, ocorreram 73 notificações do vírus na Paraíba, sendo 12 confirmados (duas mortes), 32 descartados e 29 em processo de investigação.
Na lista de confirmação de infectados dentro da Paraíba, está o professor de Inglês Eduardo Barros dos Santos Coelho, 35 anos, que morreu no dia 8 deste mês. A assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde informou que a vítima não viajou para outros Estados brasileiros ou até mesmo ao exterior. Ele contraiu a doença na Paraíba. Eduardo Barros morava em Cabedelo. Os dois últimos casos confirmados são de um médico de 61 anos, morador de João Pessoa, e de uma estudante de 14 anos, residente em Coxixola. A gerente de Resposta Rápida da SES, Diana Pinto, explicou que entre os casos confirmados da nova gripe, 75% deles atingiram homens. Ou seja, 54 infectados.
“Considerando a faixa etária, 75% dos pacientes têm entre 15 e 34 anos, sendo que, no geral, a idade varia de 14 a 61 anos. Os casos confirmados estão distribuídos em quatro municípios, sendo oito em João Pessoa, dois em Cabedelo, um em Tavares e um em Coxixola. Nenhum caso foi confirmado em gestante e nenhum dos 29 em investigação é grave”, explicou. Donas de casa, estudantes, crianças, caixas de supermercado, cabeleireiras e trabalhadores do comércio e segurança fazem parte da relação de casos suspeitos da doença e que estão em investigação pela Secretaria de Saúde da Paraíba.
Conforme a SES, 58% dos casos confirmados (sete dos 12) apresentaram quadro de gripe leve e foram considerados apenas como síndrome gripal. O boletim informou, ainda, que a Paraíba apresenta uma taxa de letalidade menor que a do Brasil, com 0,05 óbito por cada grupo de 100 mil habitantes, enquanto o Brasil registra 0,09 morte em cada 100 mil habitantes. Dentre os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) notificados e encerrados, 22 até o momento, cinco deles (ou 23%) foram confirmados como a nova gripe H1N1 (desses, quatro apresentaram pelo menos um fator de risco para complicação e dois evoluíram para óbito), um confirmado de influenza A sazonal e 73% (16 dos 22) descartados para Influenza A e B. O levantamento feito pela SES mostrou que os sinais e sintomas mais frequentes nos casos confirmados foram febre, tosse, dor de garganta, coriza e calafrio.
ÔNIBUS
A estudante Fernanda Soares utiliza quatro ônibus diariamente. Dois para trabalhar e dois para ir à faculdade. Ela faz parte do universo de 7,6 milhões de usuários que mensalmente utilizam o transporte coletivo em João Pessoa. Fernanda Soares, assim como os demais, corre o risco de contrair o vírus da Influenza A (gripe suína), devido ao grande fluxo de pessoas que passam nos ônibus. “Sei que estou me arriscando, mas não tenho carro, tenho de recorrer ao transporte coletivo”, disse. Como não tem opção, a estudante procura se prevenir com o que está ao seu alcance. “Sempre que deixo o ônibus, lavo bem as mãos”, declarou.
Foi exatamente pela alta possibilidade de risco do vírus da gripe A nos ônibus, que a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) fez ontem algumas recomendações importantes que devem ser seguidas pelas empresas de transporte coletivo. Limpar os bancos, corrimão e vidros com álcool em gel, deve ser a primeira medida adotada no combate à gripe A, conforme nota divulgada pela SMS. Com a limpeza, segundo a coordenadora de Vigilância Epidemiológica, Júlia Vaz, os usuários ficarão um pouco menos expostos ao contágio. Mas isso não é suficiente. “Por ser um local de grande rotatividade, os ônibus não poderiam deixar de receber recomendações”, enfatizou. A nota técnica foi enviada ontem para a Associação das Empresas de Transporte Coletivo de João Pessoa (AETC-JP).
Porém, o uso da máscara não é necessário, segundo a coordenadora. “O usuário precisa ter cuidado, mas não tem a necessidade de usar a máscara de proteção, sem a devida recomendação”, disse Júlia Vaz. O uso indiscriminado da máscara, segundo ela, pode trazer outros problemas como a vulnerabilidade a fungos e bactérias.
casos em investigação:
Auxiliar de Serviços Gerais, 37 anos (F) – Bayeux
Criança, 3 anos (M) – Bayuex
Estudante, 15 anos (F) – Cabedelo
Cabeleireira, 33 anos (F) – Campina Grande
Estudante, 29 anos (M) – CG
Estudante, 22 anos (M) – CG
Médico, 42 anos (M) – CG
Contador, 31 anos (M) – CG
Estudante, 13 anos (F) – CG
Agricultor, 65 anos (M) – Capim
Dona de casa, 22 anos (F) – Guarabira
Bancária, 24 anos (F) – João Pessoa
Criança, 6 anos (F) – JP
Dona de casa, 37 anos (F) – JP
Professor, 24 anos (M) - JP
Estudante, 20 anos (F) – JP
Caixa de supermercado, 22 anos (M) – JP
Criança, 1 ano (F) – JP
Criança, 10 anos (M) – JP
Comerciário, 20 anos (M) – JP
Segurança, 29 anos (M) – JP
Estudante, 29 anos (M) – JP
Técnica em Enfermagem, 69 anos (F) – JP
Dona de casa, 73 anos (F) – JP
Estivador, 49 anos (M) – JP
Pedreiro, 58 anos (M) – JP
Dona de casa, 73 anos (F) – Mamanguape
Dona de casa, 74 anos (F) – Santa Rita
Estudante, 10 anos (F) – São Bento
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Epidemia de gripe suína dá indícios de recuo em Curitiba
Os números das vítimas de gripe suína divulgados na mídia são tímidos perto da realidade que o Hospital de Clínicas de Curitiba esteve vivendo nos últimos dias. Mas parece que não será o fim da civilização como a conhecemos.
As escolas e todo tipo de agremiações estão fechadas. Já ouvi boatos sobre suspensão das aulas até o fim do ano e que estabelecimentos iriam fechar devido a uma declaração de calamidade pública. A suspensão das aulas é a alegria das crianças e o boato de fechar mercados faz a felicidade dos grandes varejistas. A histeria foi enorme neste fim de semana para fazer a última compra antes do Apocalipse. Até os próprios caixas do supermercado (convenientemente) estavam afirmando para os clientes que o mercado fecharia. Ouvi isto de um vizinho meu, obviamente atuando como um insconsciente promoter desta técnica de pânico de empresários safados.
Os casos de gripe suína estão sendo amplamente subestimados, não necessariamente por causa de manipulação governamental ou qualquer outra coisa que faça os conspiracionistas babarem como cachorros loucos, mas porque simplesmente é impossível testar todo ‘João’ que aparece com sintomas de gripe.
Como já dissemos a política é mandar o doente pra casa se não estiver morrendo ou não for do risível grupo de risco. Uma grande quantidade de pessoas se recuperará por si só, sem teste, e os que morrerem antes de serem testados também estarão fora das estatísticas.
Mas há luz no fim do túnel. Segundo nossas fontes os casos de pacientes com influenza A H1N1 estão diminuindo no HC de Curitiba e isso pode indicar que o pior já passou. É possível que o pico de ação da epidemia aqui já esteja passando.
O que resta agora é cavar o bunker, estocar comida e armas e esperar pela próxima.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Professor que morreu de gripe A foi sepultado na tarde desse domingo
O professor Eduardo Barros Santos Coelho, 35 anos, a segunda pessoa a morrer vítima da gripe Suína na Paraíba, foi velado ontem à tarde na Funerária Morada da Paz, na avenida João Machado, em Jaguaribe. O enterro aconteceu no cemitério Senhor da Boa Sentença, também na Capital.
Além de ter sido infectado por influenza A-H1N1, o paciente estava com suspeita de pneumonia fúngica, que se for confirmada, teria sido um fator de agravamento da doença.
A segunda vítima da Gripe A no Estado era professor de inglês e trabalhava na Cultura Inglesa localizada na avenida Epitácio Pessoa. Ele morava na cidade de Cabedelo e também no Colégio Geo Tambaú, no bairro Tambaú.
De acordo com Paulo Carvalho, coordenador do Geo Pré-Vestibular, o professor Eduardo não teve contato com os alunos na volta as aulas, na última segunda-feira (3), pois já estava hospitalizado.
As primeiras informações dão conta de que Eduardo tinha viajado no mês passado, durante as suas férias, para o Estado de Minas Gerais. Mas há também informações de que ele pode não ter viajado e, caso se confirme, a infencçaõ teria ocorrido dentro do Estado da Paraíba.
Esse e outros aspectos que cerca a morte de Eduardo deverão ser esclarecidos pelo secretário Estadual da Saúde, José Maria de França, que ao lado da equipe de técnicos da Vigilância e da médica infectologista que acompanhou o professor, Joana D’Arc Frade, durante entrevista coletiva à imprensa, às 10h desta segunda-feira (10), na sede da secretaria de Estado da Saúde (SES), na avenida Dom Pedro II, Torre, na Capital.
Números no Estado
Segundo o último balanço da Gerência de Vigilância em Saúde do Estado, desde o surgimento da nova gripe, foram notificados 45 casos suspeitos na Paraíba, sendo que 10 foram confirmados (com dois óbitos, um deles em João Pessoa - o estudante Severino Galdino, de 31 anos e outro em Cabedelo, o professor Eduardo Barros), 21 descartados e 14 estão sendo investigados.
Dos 10 casos confirmados sete são de moradores de João Pessoa. Na Capital, de acordo com dados da Assessoria de Imprensa da secretaria de Saúde do Município são nove os casos suspeitos de Gripe suína, sendo seis homens entre eles um menor de 10 anos, e três mulheres. Outros 14 caosos suspeitos foram descartados em João Pessoa.
Os casos monitorados na Caítal são:
- Homem, estivador, 49, em monitoramento domiciliar
- Homem, pedreiro, 59, em monitoramento domiciliar
- Mulher, 37, em monitoramento domiciliar
- Mulher, 51, em monitoramento domiciliar
(esses quatro casos estão esperando o resultado de exames, mas não apresentam mais os sintomas da doença e estão bem de saúde)
- Homem, 25, internado no HU
- Homem, 27, internado no HU
- Mulher, 22, com 4 meses de gravidez, internada no HU
- Homem, 19, internado em hospital particular - deu entrada na manhã deste domingo (9) em hospital particular
- Criança, 10, internada em hospital particular
Primeira vítima
A primeira pessoa a morrer na Paraíba vítima de Gripe suína foi o estudante Severino Galdino, de 31 anos. Ele ficou internado no Hospital Universitário Lauro Wanderley (HU), em João Pessoa, e morreu na madrugada do dia 28 de julho.
Dúvidas sobre a Gripe A
As pessoas que tiverem dúvida sobre o H1N1 podem ligar para o 0800 282 7959.
A secretaria de Saúde do Município está promovendo várias palestras em diversos locais da Capital. Quem quiser solicitar material gráfico ou ver a possibilidade de um agendamento de palestra pode ligar para o 3214 7938.
OMS prevê vacinação contra H1N1 a partir de setembro
Uma das cepas usadas parece estar possibilitando a mesma quantia de vacinas das gripes sazonais
JONATHAN LYNN E BEN HIRSCHLER - REUTERS
Marie-Paule Kieny, especialista em vacinas da OMS, também disse que a produção desse tipo de vacina está melhorando, depois de um começo decepcionante que causou preocupação sobre seu fornecimento.
Uma das cepas do vírus usadas pelos fabricantes agora parece estar possibilitando a mesma quantidade de vacinas das gripes sazonais, apesar de as primeiras indicações terem sido de que a produção para a variante do pandêmico H1N1 poderia ser de apenas 30 por cento da normal.
"Não quero dizer cedo demais que a questão foi resolvida, mas de fato parece que encontramos um meio de contornar esse problema," disse Kieny a jornalistas.
Os primeiros resultados de experiências clínicas são esperados para o começo do mês que vem e esses testes vão mostrar se serão necessárias uma ou duas doses para garantir imunidade --outra grande variável para determinar quantas pessoas podem ser vacinadas.
Tão logo os resultados dos testes iniciais estejam prontos, os reguladores estarão aptos a aprovar as vacinas para aplicação a partir do mês que vem e os primeiros países poderão iniciar programas de vacinação em massa, acrescentou Kieny.
A gripe H1N1, declarada pandemia em 11 de junho, se espalhou pelo mundo e poderá afetar até 2 bilhões de pessoas, segundo estimativas da OMS.
O temor de que a cepa pudesse se tornar resistente ao medicamento antiviral Tamiflu fez com que se buscasse rapidamente a colocação de vacinas no mercado. As vacinas contra a H1N1 serão aplicadas separadamente das doses regulares para as gripes sazonais.
Entre os principais produtores de vacinas do mundo estão Sanofi-Aventis, Novartis, Baxter, CSL, GlaxoSmithKline e Solvay.
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, tem dito que o vírus H1N1 está estabilizado e não há indícios de que se tenha misturado a outros tipos mais perigosos de influenza, tais como a mortífera cepa H5N1, da gripe aviária.
No momento, pacientes com sintomas moderados geralmente não precisam tomar remédios. Chan enfatiza que o encaminhamento a hospitais é desnecessário, a não ser que os infectados tenham alguns sintomas alarmantes, que incluem febre alta em adultos e falta de atividade em crianças. Gestantes e pessoas com problemas de saúde, tais como diabete, também são mais vulneráveis.
A OMS informou que as vacinas tiveram de ser providenciadas rapidamente e em grande quantidade para ter maior impacto. A entidade insiste que a agilização dos procedimentos não vai pôr em risco a segurança.
A agência afirmou que as vacinas chegaram tarde demais nas pandemias de gripe de 1957 e 1968, e nem mesmo foram produzidas em 1918 na pandemia de "gripe espanhola", que matou 50 milhões de pessoas segundo estimativas.
Surgiram preocupações por causa de graves efeitos colaterais constatados durante a vacinação contra a gripe suína nos EUA em 1976, que resultaram na morte de 30 pessoas.
Kieny disse que depois disso a produção de vacinas e os níveis de pureza melhoraram significativamente, mas questões de segurança poderão voltar à tona durante uma pandemia, quando vacinas são administradas em massa, mesmo que não tenham surgido problemas durante os testes.
(Reportagem adicional de Laura MacInnis)
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
10 mistérios sobre você
Nós pertencemos a uma espécie incrivelmente estranha. Apesar dos nossos melhores esforços, algumas de nossas características ainda desafiam explicação.
Mas assim que a ciência penetra nestas excentricidades fica claro que os comportamentos e atributos que parecem inicialmente frívolos vão ao cerne do que significa ser humano.
10. Ruborizar
Nem mesmo Darwin conseguiu explicar o porquê de nos entregarmos para os outros quando enganamos, mentimos ou nos envergonhamos. Segundo o próprio Darwin, o rubor é uma das expressões mais peculiares do ser humano. Uma das explicações seria que, de início, o ato de ruborizar era uma forma do grupo dominante mostrar-se sujeito às autoridades. Em interações sociais presentes, o rubor ficou associado às emoções como culpa, vergonha e embaraço. Isso coloca os indivíduos em desvantagens, porém ruborizar também pode deixar a pessoa mais atraente e socialmente desejável.
Foi descoberto que damos mais gargalhadas em comentários banais do que em piadas realmente engraçadas. De acordo com o psicólogo Robert R. Provine, da Universidade de Maryland, Baltimore, o riso em nossos ancestrais era uma forma de responder às cócegas. Já para Robert Dunbar, da Universidade de Oxford descobriu que rir aumenta os níveis de endorfina, é um relaxante natural em nosso corpo, e que isso ajuda a fortalecer as relações sociais. Rir sempre é bom.
Radiador de cheiro, provedor de aquecimento ou proteção de atrito? A resposta do porque que humanos têm uma moita de pêlos na sua região privada ainda está aberto a debate. Não existe uma explicação aceitável, mas muitas vantagens foram sugeridas ao longo dos anos. Talvez a mais aceitável é que o acúmulo de pêlos tenha glândulas sudoríparas apócrinas (de cheiro) e também écrinas (de resfriamento) que são sinais sexuais de maturidade. Além disso, existem outros benefícios como proteger a genitália durante o sexo, reduzir o atrito durante a caminhada, e também ajuda a manter a área aquecida.
Nenhuma outra espécie passa pela adolescência. Até mesmo nossos parentes mais próximos, os macacos, passam dessa fase para a vida adulta. De acordo com David Bainbridge, da Universidade de Cambridge, autor do livro Teenagers: A natural history, existem dois grandes indícios. O primeiro é o desenvolvimento da adolescência. O segundo vem da neurobiologia e a imagem do cérebro, que mostra que há um desenvolvimento indiscriminado na reorganização do cérebro durante esse período. Para Bainbridge, se nós não passássemos pela adolescência, não seríamos adultos completos. A adolescência, apesar de difícil, é uma fase importante na vida humana.
Hoje, grande parte dos pesquisadores, rejeita o ponto de vista de Freud que os sonhos são manifestações do nosso desejo inconsciente – mas neste caso, para que eles servem?
Os sonhos não são algo sem significado, e certamente não são inúteis. Também são cruciais nos processos emocionais. Para Patrick McNamara, da Universidade de Boston, os sonhos regulam as emoções. Uma nova pesquisa encontrou que cochilos consolidam as memórias emocionais, e quanto maior o REM (rapid-eye movement) – a fase dos sonhos – maior é o processo dessas memórias.
Pessoas ainda discutem se os humanos são genuinamente altruístas por natureza, mas se somos, não faz sentido evolucionário. Para alguns pesquisadores, o altruísmo pode ser uma parte da evolução genética, mas argumentam que desde que nossos ancestrais começaram a formar seu ambiente, já desenvolveram um processo de co-evolução genética e cultural. Já, de acordo com o Robert Trivers, da Rutgers University em Nova Jersey, o altruísmo puro é um erro. Ele argumenta que seleção natural favoreceu humanos que eram altruístas, pois em um grupo pequeno e fechado em que nossos ancestrais viviam, altruístas poderiam esperar reciprocidade.
Explicar o desejo peculiar do ser humano para criar um trabalho de arte certamente é um desafio. Mais uma vez citando Darwin, ele sugeriu que a arte origina-se na seleção sexual. Geoffrey Miller da Universidade do Novo México, em Albuquerque, endossa o coro. Em seu estudo, ele mostra que inteligência e personalidade são traços característicos para novas experiências relacionadas à criatividade artística. Além do que, mulheres que estão no apogeu da fertilidade, preferem homens criativos. Em outros estudos, a arte também é ligada a adaptação social.
Muitas pessoas são supersticiosas, seja de um jeito excêntrico com hábitos que não tem muita razão de ser. Mas existe uma explicação para tal comportamento. Bruce Hood, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, explica que nossos cérebros são desenvolvidos para detectar estrutura e ordem em nosso ambiente. E ficar atento a isso pode ser crucial para sobrevivência. Ou seja, é da nossa natureza ser supersticioso, mas também fatores culturais e de nosso ambiente podem influenciar. Em um estudo foi mostrado que pessoas que vivem em áreas de risco, como em Tel Aviv, por exemplo, tendem a ser mais supersticiosas.
O impulso de beijar não está ligado aos genes, então por que nós achamos tão prazeroso trocar salivas? Uma ideia para explicar isso é que na primeira experiência de beijo, a segurança e o amor vêm da boca sendo associados com a amamentação. Sem contar que, os lábios são uma das partes mais sensíveis do corpo, e estão ligados aos centros de prazer do cérebro. O ato de beijar reduz os níveis de estresse hormonal (cortisol) e aumenta a oxitocina. Bom, explicações a parte, todo mundo sabe que beijar nunca é demais.
Para alguns é um hábito nojento, mas quem nunca cutucou o nariz? Segundo uma pesquisa feita em 2001, por Chittaranjan Andrade and B.S. Srihari do Institute of Mental Health and Neurosciences, em Bangalore, na Índia, e ganhadora do prêmio IgNobel, 200 adolescentes admitiram que tinham esse hábito e cutucavam o nariz pelo menos quatro vezes ao dia. Além do mais, comer as “caquinhas” pode oferecer uma pequena recompensa nutritiva, e até ajudar a ter um sistema imunológico mais saudável.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Como saber se você está com gripe suína (H1N1) ou gripe comum?

Tendo em vista o aumento no número de casos da gripe A (H1N1) no Brasil, o Ministério da Saúde retirou o contato com pessoas vindas do exterior como uma das características da infecção, pois considera que a doença já está disseminada no país. Dessa forma, é importante identificar os sintomas característicos da gripe A. Para facilitar a compreensão, observe a imagem acima que aponta as principais diferenças entre a gripe A (H1N1) e a gripe comum.
Como nesta época do ano são comuns as doenças do trato respiratório, tais como sinusite, bronquite, rinite e resfriado, é importante a avaliação médica para um correto diagnóstico do quadro. Nesse sentido, indicamos que as pessoas que possuem plano de saúde busquem primeiramente o atendimento de seu médico assistente. Esta orientação tem como propósitos:
§ Correto diagnóstico do quadro clínico;
§ Evitar a automedicação, que é perigosa, muitas vezes agrava o quadro e pode causar danos à saúde e efeitos colaterais;
§ Evitar um aumento desenfreado na procura por atendimento em Unidades de Saúde e hospitais.
Este não é o momento para pânico e aglomeração. Lotar os serviços de saúde pode colaborar na disseminação de microorganismos patogênicos, entre eles o vírus Influenza A (H1N1). Portanto, seja consciente e cidadão.
Se você deseja fazer algo, adote as seguintes medidas de higiene e saúde:
§ Ao tossir ou espirrar cubra o nariz e a boca com um lenço, preferencialmente descartável;
§ Se não for possível, utilize o braço, e não a mão, para cobrir a boca. O vírus é transmitido principalmente pelas mãos;
§ Lave as mãos frequentemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar;
§ Não compartilhe alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;
§ Evite tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies;
§ Faça uma dieta balanceada rica em frutas, legumes e verduras;
§ Aumente o consumo de água;
§ Pessoas com sintomas de gripe não devem frequentar ambientes fechados. Evite aglomerações;
§ Não use medicamentos sem orientação médica;
§ Procure prontamente uma unidade de saúde em caso de suspeita de infecção pela Influenza A (H1N1), para diagnóstico e tratamento adequado.
Dessa forma, você estará colaborando para o controle da disseminação de microorganismos patogênicos, bem como auxiliando o seu sistema imunológico a se fortalecer ao cuidar da alimentação e aumentar a ingestão de líquidos.
Para esclarecimento de perguntas e respostas frequentes sobre a gripe A, acesse o Ministério da Saúde.
Fonte: Diretoria Administrativa e Setor de Medicina e Segurança do Trabalho – Instituto de Tecnologia do Paraná – TECPAR